sábado, 2 de março de 2013

Este livro esclarece a nova Lei das Cooperativas e demonstra por que esse moderno Sistema de Terceirização é a solução mais racional e segura para redução de custos em condomínios residenciais. O autor tem sólida experiência na área, tendo sido Consultor Intelectual na área de Estratégias numa cooperativa (*), que chegou a ter 2.940 funcionários ativos. Nessa época, Edson Marques implantou o sistema de Cooperativa de Trabalho em várias empresas, dentre elas, SKF Rolamentos e Scania do Brasil. Em ambas foram então concedidos direitos e benefícios aos trabalhadores que só dez anos depois a Nova Lei iria prever, tais como: Descanso Semanal Remunerado, Descanso Anual Remunerado (Férias), Cesta básica, Auxílio Transporte etc. Além disso, o autor participou de inúmeras reuniões com Procuradores do Ministério Público para tratar do tema Cooperativas, assinou vários TCAC visando aprimorar o Sistema, e já realizou mais de quatrocentas visitas a condomínios residenciais em São Paulo e Baixada Santista.

(*) Detalhes no livro - página 206.
Capa do livro. Lançamento em Julho de 2014.

O Sistema de Terceirização de Serviços via Cooperativa de Trabalho sempre foi legal. A Lei original é a de número 5764, de 1971. Ocorre que até julho de 2012 tal Lei ainda não estava regulamentada, fato esse que levava certas pessoas a, injustamente, considerar inapropriado tal sistema de trabalho. Contudo, em 19 de julho de 2012 foi promulgada a Lei 12690, também conhecida como a Nova Lei das Cooperativas, que veio sacramentar aquilo que já era sabido, ou seja, que este moderno sistema é a solução mais racional e segura para redução de custos, inclusive em condomínios residenciais.

Entretanto, certas Administradoras de Condomínios, por desconhecimento do assunto ou por razões de outra ordem, ainda não se atualizaram em suas orientações aos respectivos clientes, e acabam optando pela saída mais fácil, mais cômoda, que é ignorar o assunto ou simplesmente não recomendar tal sistema — o que, neste caso, prejudica enormemente os condomínios.

Se este for o caso da sua Administradora, permita-nos sugerir uma reunião entre os nossos advogados e o corpo jurídico da Administradora. Isso vai possibilitar um esclarecimento definitivo do sistema, com ambas as partes colocando suas próprias razões. E se houver recusa de realizarmos tal reunião, gostaríamos que a Administradora nos apresentasse — por escrito — as razões pelas quais ainda não recomenda o Sistema Cooperativa de Trabalho.

São Paulo, fevereiro de 2013.

Texto que escrevi recentemente para uma Cooperativa de Trabalho à qual prestei consultoria no período em que ela passou de dois para dez clientes ativos. O resultado (revisto) está na página 133 do livro.


Estou redigindo um Manual de Procedimentos para Profissionais de Condomínios Residenciais, especialmente porteiros, zeladores e faxineiros. No caso dos porteiros, eu recomendo, enfaticamente, que, quando da implantação do sistema terceirizado por uma nova empresa (no caso, Cooperativa de Trabalho), sejam sempre colocados dois profissionais simultâneos, em todos os turnos, para que um ajude o outro nessa fase inicial do processo. No livro acima citado, eu explico melhor essa minha visão da questão.
Lei 12.690/2012 - A Nova Lei das Cooperativas.

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